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30.09.2009

Nada afeta a unidade de nossas forças

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Desde que o PSB passou a trabalhar a pré-candidatura do deputado federal Ciro Gomes à Presidência da República, tem surgindo na imprensa notícias dando conta de que o ex-prefeito do Recife e secretário de Articulação Regional de Pernambuco, João Paulo, poderia estar separado do projeto de reeleição do governador Eduardo Campos, em 2010.

Na verdade, ficam tentando jogar João Paulo contra Eduardo, mas esse é um jogo primário. Se ocorrerem dois palanques no plano nacional, com Ciro Gomes e a ministra Dilma Rousseff, por exemplo, nada afetará a unidade e a solidariedade do nosso conjunto de forças em Pernambuco.

29.09.2009

Petrobras quer indústria brasileira no pré-sal

Armando Monteiro e José Sérgio Gabrielli

Foto: Migule Ângelo/CNI

O presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, defendeu nesta terça-feira (29) uma política governamental de incentivo à indústria nacional para que possa competir em condições de igualdade com o concorrente estrangeiro na pesquisa e exploração do petróleo da camada do pré-sal.

A proposta foi feita após participar da reunião mensal de diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI), na qual discutiu, a convite do presidente da instituição, Armando Monteiro, o novo marco regulatório da exploração do petróleo e as oportunidades do pré-sal para as empresas nacionais.

O presidente do Conselho Temático de Infraestrutura da CNI, José de Freitas Mascarenhas, considerou satisfatória a apresentação de Gabrielli na reunião de diretoria e anunciou que nesta quinta-feira, 1º de outubro, a entidade realizará seminário para discutir as oportunidades do pré-sal para a indústria nacional.

Segundo Gabrielli, a “assimetria sistêmica” (desigualdade na concorrência do setor como um todo) da indústria nacional no fornecimento de equipamentos para a pesquisa e produção do pré-sal se manifesta, entre outros fatores, na infraestrutura deficiente do país, incluindo o sistema portuário, as taxas de juros elevadas, a carga tributária maior, os prazos de licenciamento ambiental.

“Os outros países dão forte apoio à sua indústria na atividade petrolífera. É preciso adotar programas especiais para reduzir a diferença de custos entre a indústria brasileira e as empresas estrangeiras, de forma a maximizar a participação da indústria nacional nos investimentos da exploração do pré-sal”, declarou o presidente da Petrobras.

Informou que os investimentos da Petrobras apenas no pré-sal somarão US$ 28 bilhões até 2013 e US$ 111 bilhões até 2020, gerando mercado e escala “gigantescas” para a indústria brasileira. Os investimentos totais da estatal nos próximos cinco anos atingirão US$ 157,3 bilhões, dos quais US$ 100 bilhões de compras no mercado interno, o que representa, destacou Gabrielli, aplicações anuais médias da ordem de US$ 20 bilhões no fornecimento local.

O presidente da Petrobras disse haver “desinformação” nas críticas à atividade da estatal como operadora única na exploração do pré-sal, conforme a proposta do novo marco regulatório enviada à Câmara dos Deputados.

“O fato de ser a operadora não significa que fará tudo, mas, ao contrário, que irá contratar e trabalhar com sócios em consórcios, compartilhando gastos, tecnologias e decisões, uma prática mundial na atividade petrolífera. O operador único reduz custos, acelera a implantação de infraestrutura, agiliza a transferência de tecnologia”, defendeu Gabrielli.

Veja aqui apresentação de Sérgio Gabrielli.

Fonte: Agência CNI

28.09.2009

José Múcio fala sobre a política e 2010

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Foto: Elza Fiúza/ABr

Muito lúcida a entrevista do ministro José Múcio Monteiro à Folha de Pernambuco desta segunda-feira (28/09/2009). Veja abaixo alguns trechos:

“Lula voltará pelo 0800”

Por Arthur Cunha
Da Folha de Pernambuco

O ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro (PTB), que hoje se desliga do cargo, para, amanhã, assumir cadeira no Tribunal de Contas da União (TCU), garante que não “aliviará” o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de eventuais punições. “Quem me conhece sabe da minha isenção”, disparou o petebista. Nesta entrevista exclusiva à Folha de Pernambuco, concedida na última sexta-feira, dia em que completou 61 anos, José Múcio relembrou sua trajetória de mais de 30 anos de vida pública. Afirmou que deixa a política feliz, “no momento certo”. “Independente do TCU, eu já havia tomado a decisão de não ser mais candidato”, revelou. O ministro também classificou como um dos pontos altos de sua vida pública a eleição estadual de1986, quando perdeu, por 500 mil votos, para o ex-governador Miguel Arraes. “Posso lhe dizer que essa derrota foi uma das peças mais importantes do meu currículo”, profetizou José Múcio.

O senhor está deixando a política?

A política partidária, sim. A política dos palanques. Embora, você vá lidar o tempo todo com decisões políticas. Apenas vou mudar de trincheira. O TCU é um órgão de fiscalização das contas públicas, um instrumento criado por políticos. De maneira que da política partidária a gente sai, dos palanques, dos mandatos. Mas vou lidar com avaliação de decisões políticas.

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Como o senhor avalia a eleição do ano que vem em Pernambuco? Acredita que o senador Jarbas Vasconcelos será candidato?

Eu acredito que o senador Jarbas será candidato. Mas a chapa que eu gostaria de votar é: Eduardo Campos (governador), João Lyra (vice), Armando Monteiro Neto (PTB) e João Paulo (PT) para o Senado. Não sei, ainda, porque não conheço as limitações de um ministro do Tribunal de Contas. Mas o que eu puder fazer dentro do que é permitido eu farei.

Veja aqui a entrevista completa.

25.09.2009

Emprego industrial começa recuperação

armando_monteiro_neto_24-094Os dados de desemprego divulgados nesta quinta-feira (24/9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que as demissões na indústria de transformação terminaram, avaliou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto.

 

“Esse resultado sinaliza que o ajuste do mercado de trabalho na indústria chegou ao fim, dando início ao processo de recuperação do emprego industrial”, afirmou.

 

A indústria foi o setor que, em agosto, mais criou empregos: 135 mil. O comércio teve, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, fechamento de 80 mil vagas. No todo, o mercado de trabalho teve um aumento de 111 mil vagas em agosto na comparação com julho.

 

“Com esse resultado, são três meses seguidos em que o emprego cresce em ritmo acima de 100 mil vagas nas seis maiores regiões metropolitanas”, analisou Monteiro Neto. O presidente da CNI ressaltou que a pesquisa indica que a qualidade das vagas criadas em agosto deixou a desejar.

 

“As únicas vagas formais que foram criadas vieram do setor público”, lembrou. Foram 107 mil empregos por meio do Regime Jurídico Único, ou seja, militares e estatutários. No mesmo mês, citou Monteiro Neto, houve retração de 71 mil vagas com carteira no setor privado. De acordo com a PME, foram criadas 102 mil vagas informais em agosto (45 mil sem carteira e 57 mil por conta própria).

 

Mesmo com a criação de 111 mil vagas, a taxa de desemprego ficou estável em agosto (8,1% frente a 8,0% em julho) por conta da entrada de 147 mil pessoas na População Economicamente Ativa (PEA). “A PEA poderá crescer na comparação com o mesmo mês do ano anterior, pressionando a taxa de desemprego, que poderá subir, caso o número de novas vagas seja inferior ao número de pessoas que entrarem na PEA à procura por emprego”, antecipou Monteiro Neto.

 

 

23.09.2009

Mais apoio aos municípios de Paudalho, Ouricuri, Flores, São Caetano e Alagoinha

O deputado federal Armando Monteiro (PTB) levou ao ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, nesta terça-feira (23), em Brasília, uma pauta de projetos dos municípios pernambucanos de Alagoinha, São Caetano, Ouricuri, Flores e Paudalho.

Em reunião no ministério, Armando apresentou o pleito para a construção de uma ponte em São Caetano, que beneficiará aproximadamente 18 mil pessoas, interligando o bairro de Cabugá e os distritos de Santa Luzia e Maniçoba.

A atual ponte  sobre o rio Ipojuca está com a estrutura danificada, colocando em risco os usuários. A obra está estimada em R$ 2 milhões.

Outra demanda encaminhada ao ministro foi a perfuração de 50 poços artesianos no município de Flores, que atenderá cerca de 2,5 mil famílias. O projeto está orçado em R$ 953 mil.

Para Ouricuri, Armando Monteiro pediu apoio na construção de uma barragem, que demandará recursos da ordem de R$ 1,5 milhão, beneficiando mais de 800 famílias.

Para Paudalho, foi solicitado o aporte de recursos para uma passagem molhada (pequena ponte) e em Alagoinha o apoio na formulação do plano diretor do município.

22.09.2009

Armando Monteiro fala sobre José Múcio

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O clima de homenagem em que se transformou a votação, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, da indicação do ministro José Múcio para o TCU, levou o presidente da comissão, Garibaldi Alves (PMDB-RN), a franquear a palavra aos deputados presentes.

Armando Monteiro foi o primeiro dos nove deputados a se pronunciar. Emocionado, ressaltou que o novo ministro do TCU “buscou permanentemente a convergência, nas relações políticas e nas relações humanas”.

Da bancada de 25 deputados federais pernambucanos, dez – ou 40% – passaram pela sessão de três horas em que foi votada a indicação, com direito a lágrimas de José Múcio no agradecimento final.

Armando Monteiro e José Múcio entraram no PTB em 2003,quando criaram o Grupo Independente (GI), formado por parlamentares insatisfeitos com a então gestão estadual. Integrantes da executiva estadual petebista – Armando é presidente e José Múcio segundo-vice presidente – ambos contribuiram para o crescimento do partido em Pernambuco, que hoje ocupa 4 vagas na Câmara Federal, tem 06 deputados estaduais e 31 prefeitos no Estado.

Emprego, qualificação e desenvolvimento

Veja abaixo as inserções do PTB de Pernambuco, que estão sendo veiculadas na televisão nesta semana, em dois dias, na segunda-feira (21) e na quarta-feira (23), em horário nobre, das 19h às 21h.

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21.09.2009

Crise: há o que celebrar, mas deve-se cuidar do futuro

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Armando Monteiro encara como positivo o desempenho do Brasil no enfrentamento dos efeitos da crise financeira mundial, que completou um ano este mês. No programa Supermanhã, com Geraldo Freire, ele alertou, porém, que o Brasil tem imensos desafios daqui pra frente. “O mundo será diferente no pós crise”.

“O Brasil pode festejar esse momento, porque foi um dos países que conseguiu fazer a melhor travessia, num processo de crise que se abateu sobre o mundo. O Brasil seguramente se situa entre os quatro ou cinco países que teve o melhor desempenho relativo diante da crise. E tudo isso porquê? Porque a economia brasileira tem algumas características importantes. Fortaleceu o mercado interno, todo o crescimento se apóia hoje na expansão do consumo das famílias, do próprio consumo do governo.

E a circunstância de que aqui no Brasil não houve crise no sistema financeiro. Nenhum banco quebrou no Brasil. Os bancos estão aí, saudáveis, cumprindo o seu papel, voltando a financiar a economia brasileira, que alcança agora uma relação entre o volume de crédito e o PIB que o país nunca teve, de 43%, 45%.

Então, diante de tudo isso, o Brasil se afirma como um país que tem hoje um equilíbrio macroeconômico. Isso não significa que estamos no melhor dos mundos, isso não significa que o Brasil não tem imensos desafios pela frente. Temos sim. Porque o mundo será diferente no pós-crise. O mundo será muito mais competitivo, vai haver um grande acirramento da concorrência internacional.

O Brasil está perdendo espaço no mercado de manufaturados no mundo, porque há uma forte penetração de produtos, por exemplo, asiáticos, aqui mesmo e na América do Sul. Portanto, o Brasil precisa voltar-se agora para uma agenda que nós abandonamos. Temos que fazer uma reforma tributária, temos que melhorar as condições de infra-estrutura e logística do Brasil, e temos que ter uma política cambial que seja amigável para o setor produtivo e o setor exportador. Então, apesar de todos esses desafios nós temos o que celebrar, mas precisamos estar atentos para cuidar do futuro.”

18.09.2009

O projeto do PTB valeu a pena

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Armando Monteiro, na festa de filiação de quase 30 lideranças políticas ao PTB de Pernambuco, na manhã de hoje:

A mudança para o PTB

“Quero afirmar minha convicção de que valeu a pena fazer toda essa luta para a construção desse partido. Esse partido que nasceu aqui em Pernambuco de um grupo dissidente de um Governo que naquele momento se instalava, que percorreu um caminho muito difícil para consolidar-se.  Para mim é motivo de alegria constatar que a nossa teimosia e nossa crença produziu frutos não só para esse conjunto mas para Pernambuco. Me honra estar no PTB, me honra estar na base do Governador Eduardo Campos, e temos também muita honra de integrarmos a base de apoio ao presidente Lula”.

Renovação

“Eu não poderia deixar de, em nome do partido, expressar a minha alegria, o meu contentamento por podermos hoje celebrar aqui um momento em que quadros importantes da política de Pernambuco se incorporam ao nosso conjunto e nos animam, com esse gesto, a poder seguir nessa trajetória de fortalecimento do PTB, que é um partido que tem um enraizamento profundo na vida política do país. Um partido, que diferentemente de muitas legendas no Brasil, tem verdadeiramente um enraizamento por conta da sua presença em momentos decisivos da vida do Brasil  e por ter sido um partido que de alguma maneira foi responsável por reformas muito importantes realizadas nesse país. Mas esse partido tem o desafio de renovar-se. Um partido não se nutre apenas do passado, um partido não pode promover apenas um exercício nostálgico, de olhar para trás e festejar algumas conquistas que de resto já pertencem a um tempo político e a história. O desafio do PTB é o desafio de justificar-se no tempo em que nós estamos inseridos, de fazê-lo um instrumento colocado a serviço das transformações e das mudanças que precisam ser realizadas no Brasil”.

O Brasil avançou

“E é por isso que o PTB, no Brasil, está a serviço do projeto que é capitaneado pelo presidente Lula. E nenhum brasileiro em sã consciência pode deixar de reconhecer que o Brasil avançou de forma significativa, porque nós temos hoje uma sociedade que ainda tem as marcas da desigualdade profunda, mas uma sociedade que avançou, nos últimos anos. Melhoramos o padrão de distribuição de renda do Brasil, a economia teve um padrão de crescimento que se diferenciou do padrão que, durante duas décadas vigorou no Brasil e temos feito um desenvolvimento com maior inclusão social e esse é o grande salto da gestão do presidente Lula.

Reconhecimento internacional

“Tenho andado pelo mundo, em função das responsabilidades que assumi como presidente da Confederação Nacional da Indústria, e é muito importante verificar que, em certos momentos, a comunidade internacional valoriza mais o que aconteceu com o Brasil do que certos setores da sociedade brasileira”.

Compromissos de Eduardo Campos

“Quero dizer ainda que em Pernambuco nós estamos integrados a um projetro importante que é o projeto liderado pelo governador Eduardo Campos. Todos que conhecem minha trajertória sabem que eu não estive num primeiro instante no palanque do governador Eduardo Campos. Mas assim que nos integramos no segundo turno, o PTB, quando manifestou apoio, manifestou em funcao de alguns compromissos programáticos que foram assumidos naquele momento pelo governador eduardo campos. E eu devo registrar que o governador tem honrado esses compromissos, que não são com o ptb, mas com Pernambuco. Um governo da reponsabilidade fiscal, um governo profundamente atento aos seus compromissos na área sociasl, um governo ativo na promoção econômica de Pernambuco. Não há um único projeto no Nordeste que Pernambuco não esteja lá colocado na linha de frente”.

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Inserções do PTB vão ao ar na segunda

O partido apresenta nesta segunda-feira (21) e na quarta (23), em horário nobre, entre 19h e 22h, na televisão e no rádio, sete peças falando sobre suas ligações com a qualificação profissional, com a geração de emprego, o desenvolvimento de Pernambuco e o equilíbrio no desenvolvimento regional.

Como presidente estadual do PTB, o deputado Armando Monteiro faz em uma das peças avaliações sobre os governos Lula e Eduardo Campos. Além disso, coloca a posição dos petebistas sobre a distribuição dos royalties  do petróleo do pré-sal entre os estados.

Os vídeos estarão disponíveis aqui nesta segunda-feira.

(Fonte: Assessoria de Imprensa).