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31.03.2010

Eletrobrás e CNI vão monitorar consumo de transformadores

A aplicação do selo de eficiência energética em transformadores de redes de distribuição de energia, indicando seus níveis de consumo, como ocorre nas residências com geladeiras e televisores, será o próximo passo da cooperação entre a Eletrobrás e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) para consumo racional de energia na indústria.

O presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, e o diretor de Tecnologia da Eletrobrás, Ubirajara Meira, assinaram nesta terça-feira, 30 de março, na sede da instituição, em Brasília, um acordo de cooperação técnica que, entre outros objetivos, executará programas de capacitação e qualificação para eficiência energética no setor industrial, no âmbito do Programa de Conservação de Energia Elétrica na Indústria, o Procel Indústria.

Um dos programas previstos no acordo incluirá a etiqueta de eficiência energética em transformadores industriais, anunciou o diretor-geral do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Paulo Afonso Ferreira, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), que também assinou o protocolo. O selo indica a eficiência energética e a qualidade dos transformadores.

”O acordo com a Eletrobrás é de grande alcance, porque energia é recurso limitado e existe sempre a necessidade de se buscar eficiência para o bom uso desses recursos”, enfatizou Monteiro Neto. Segundo o diretor de Tecnologia da Eletrobrás, o acordo com a CNI, que tem ainda a participação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), permitirá identificar mais setores industriais com potencial de economia no consumo de energia. “A eficiência energética é um bom negócio para o empresário”, assinalou Ubirajara Meira.

O estabelecimento de índices mínimos de eficiência energética para os transformadores reduzirá as perdas técnicas de energia na rede de distribuição e, consequentemente, diminuirá a conta paga pelos consumidores. “Além do combate ao desperdício, do melhor aproveitamento dos recursos naturais, haverá uma redução nos custos de energia”, explica o analista de energia da CNI Rodrigo Garcia.

Estudos indicam que as indústrias brasileiras têm condições técnicas para produzir transformadores 30% mais eficientes do que os disponíveis no mercado. Existem, atualmente, cerca de 2,5 milhões de transformadores instalados nas redes de distribuição de energia do país. As indústrias do setor colocam aproximadamente 130 mil novos aparelhos ao ano no mercado.

Levantamento realizado pelo Procel Indústria, parceria firmada entre a CNI e a Eletrobrás em 2004, revelou que os programas federais de racionalização do consumo dão prioridade aos setores residencial, comercial e público, que respondem por apenas 15,8% do consumo, enquanto a indústria é responsável por 40,7% do uso de energia no país.

29.03.2010

Aumenta o ritmo da construção civil

A construção civil brasileira está em ritmo de expansão. Conforme a pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 29 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o indicador de nível de atividade no setor ficou em 53,2 pontos em fevereiro ante os 50,5 pontos de janeiro. Indicadores acima de 50 pontos revelam aumento no nível de atividade.

O destaque foram as grandes empresas. Nesse segmento, o indicador do nível de atividade situou-se em 55,4 pontos. As pequenas empresas apresentaram melhora, passando de retração em janeiro (46,1 pontos) para aumento em fevereiro (52,4 pontos).

De acordo com os entrevistados, o nível de atividade em fevereiro foi maior que o usual para o mês, o que confirma o aquecimento do setor. O indicador ficou em 55,6 pontos, acima da linha divisória de 50 pontos. A atividade se mostrou mais aquecida do que em janeiro, quando o indicador registrou 52,9 pontos.

A pesquisa da CNI também avaliou como estavam as expectativas em março e concluiu que os empresários se mantêm otimistas. A expectativa em relação ao aumento do nível da atividade nos próximos seis meses continua muito acima dos 50 pontos, mesmo tendo recuado de 68,4 pontos em fevereiro para 67,3 pontos em março.

“O mesmo ocorre com a expectativa em relação a novos empreendimentos e serviços: o indicador caiu de 68,2 pontos para 67,4 pontos”, afirma a pesquisa. O estudo revela ainda que os empresários planejam aumentar as compras de matérias-primas. O indicador subiu de 66 pontos em fevereiro para 66,4 pontos em março.

A Sondagem da Construção Civil foi feita entre 1º e 22 de março com 365 empresas. Dessas, 193 são de pequeno porte, 133 são médias e 39 são grandes.

18.03.2010

Sobre a disputa ao Senado

Veja entrevista que dei ao programa de Geraldo Freire, na Rádio Jornal, no Recife, nesta quinta-feira (18/03/2010):

“Se for convocado, há chance 10 de disputar o Senado”

Geraldo Freire – Estamos com o presidente da CNI, deputado pernambucano Armando Monteiro Neto, que está em Brasília. Deputado, a pesquisa CNI/Ibope foi divulgada ontem. Além da questão política da ministra Dilma e de Serra, que outros detalhes essa pesquisa traz e que lhe chamam a atenção?

Armando MonteiroEu acho que a pesquisa indica um dado – fora da pesquisa propriamente eleitoral -, que é a avaliação do governo do presidente Lula, que alcança patamares muito positivos e muitos elevados. O governo, para você ter uma idéia, nessa avaliação alcança 75%, que é o nível recorde de avaliação do governo. E 83% da população aprova a maneira do presidente Lula governar. O curioso é que em todas as áreas do governo os índices de avaliação crescem, até mesmo naquelas áreas críticas, como segurança, saúde, por exemplo, e a área de impostos, que são três áreas críticas. Mesmo nessas áreas, onde os índices de desaprovação ainda são elevados, os índices de aprovação cresceram. E nas demais áreas, em seis outras áreas de avaliação, os índices de aprovação também crescem de maneira muito significativa. Então eu acho que esse é um dado importante. Uma sensação que está sendo claramente identificada na pesquisa de um certo grau de conforto da população com o desempenho do governo. É evidente que isso terá reflexos, e deverá ter reflexos importantes no quadro político eleitoral.

Geraldo Freire – Na discussão da vaga para o Senado, e evidentemente esse é um assunto que o Sr. se interessa por ele, está por dentro, que lhe envolve pessoalmente. De 1 a 10, qual é a possibilidade que o Sr. já tem de dizer: já sou candidato ao Senado?

Armando MonteiroDez, se for convocado. Se vier a ser convocado, eu diria que existe uma chance 10 de que eu aceite a convocação. Agora é evidente que não me cabe ainda fazer uma avaliação no sentido de dizer que sou candidato. Porque eu preciso, como disse, ser convocado por esse conjunto de forças. Mas sempre disse que não tinha ansiedade, confio plenamente na coordenação do governador Eduardo Campos, que vai – eu acredito que agora, de maneira mais próxima -, decidir essa questão. Nós estamos tranquilos. Vamos aguardar então essa definição.

Geraldo Freire – Temos três momentos importantes para discussão no Congresso Nacional. Nós estamos com a PEC 300, que envolve os policiais militares e que teriam um piso salarial de R$ 3.500, e isso realmente seria uma grande mexida com o país todo, depois nós temos a redução da jornada de trabalho também para ser discutida, e nós temos o pré-sal. Eu lhe pergunto, qual é o mais urgente dos três para se discutir?

Armando MonteiroO presidente Temer definiu a semana passada a criação de uma Comissão, com a participação do Colégio de Líderes, para selecionar as PECs que ainda serão votadas este ano. Eu verifico que existe uma série de propostas de Emenda Constitucional que rigorosamente não deveriam ser votadas num ano eleitoral, num período pré-eleitoral. Porque são propostas que têm um conteúdo, vamos dizer, político, e que, portanto, constrangem muitas vezes os parlamentares, que são levados a votar não propriamente pelas convicções, como deveriam, mas sobretudo pelas pressões que são próprias desse momento. Eu creio que dessas propostas a que você se referiu, realmente a questão do pré-sal é urgente, porque os investimentos que terão que ser realizados para aproveitar esta riqueza são de longa maturação. Se o Brasil demora a definir este marco regulatório, é evidente que você atrasa todos esses investimentos. Portanto, eu acho que essa questão do pré-sal deveria ser resolvida logo, até mesmo independente da definição dessa partilha, que está gerando tanta controvérsia envolvendo os entes da federação, especialmente os estados produtores, que perderam com a emenda Ibsen Pinheiro. Portanto eu acho que essa matéria é a mais urgente delas.

16.03.2010

A grande obra do Agreste

Entenda o que significa a Adutora do Agreste, que o governo Eduardo Campos está realizando, a partir da Transposição do São Francisco:

Como será o funcionamento da Adutora do Agreste (Blog de Jamildo)

11.03.2010

Fotos da delegação de Pernambuco na OC2010

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10.03.2010

Pernambuco apresenta aumento de 11% nas vendas de Janeiro

Recife – O mês de janeiro foi produtivo para a indústria de transformação de Pernambuco. O setor industrial, na comparação com o mês imediatamente anterior (dezembro/2009), apresentou crescimento nas vendas de mais de 11%. Os setores responsáveis pelo aumento foram Máquinas e Equipamentos (253,08%), impulsionado pelo aumento das encomendas de bens de capitais, Produtos Minerais Não-Metálicos (31,89%), devido ao incremento nas vendas de produtos de cerâmica e por fim Alimentos e Bebidas (10,68%), refletindo o aquecimento do mercado de açúcar. Quando comparado ao mesmo mês do ano anterior (janeiro/2009), esse aumento nas vendas atinge quase 50%.

As informações foram divulgadas pela Unidade de Pesquisas Técnicas (Upetec), da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), na última terça-feira (9/3).

O emprego na indústria cresceu apenas 0,3%, mas foi fundamental para a confirmação da manutenção dos postos de trabalho gerados em dezembro de 2009. Quando se compara o nível de emprego ao mesmo período do ano anterior, constata-se um crescimento de 3%. Entre os setores que responderam pelo incremento do quadro de pessoal, estão o de produtos minerais não-metálicos (5,0%) e alimentos e bebidas (4,5%).

Na contramão do emprego, as horas trabalhadas na indústria de transformação registraram leve diminuição em janeiro (1,0%). Essa queda é explicada pela diminuição nas horas-extras trabalhadas, além do aumento na concessão de férias. Novamente os setores de Confecções, Artigos do Vestuário e Acessórios (32,47%) e Alimentos e Bebidas (23,57%) contribuíram com as maiores influências no resultado. Outra expressiva queda foi a da remuneração paga aos trabalhadores do setor industrial (24,0%). Essa redução pode ser explicada pela concentração de pagamentos do décimo terceiro salário e também pelas rescisões pagas no mês anterior.

Fonte: FIEPE

05.03.2010

Os resultados do governo Eduardo

04.03.2010

Gonzaga Patriota elogia Armando Monteiro

Em discurso na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (03), o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), elogiou a atuação do presidente estadual do PTB e colega de Congresso, Armando Monteiro.

Político com base no Sertão pernambucano, Patriota acompanhou Armando Monteiro durante sua visita a Petrolina, na última segunda-feira. Na cidade, Monteiro recebeu o título de cidadão petrolinense.

Veja o que ele disse:

“O eminente colega Armando Monteiro recebeu uma justa homenagem da Câmara de Vereadores de Petrolina nesta segunda-feira. Armando Monteiro não é apenas um deputado, ele, como presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ajudou muito também no combate a essa crise financeira. Portanto, nós estamos aqui registrando esse momento”.

Ouça trecho do discurso:

Emprego na indústria cresce 2% e confirma retomada da atividade

Brasília – O emprego na indústria aumentou 2% em janeiro na comparação com dezembro de 2009, na série com ajuste sazonal. No mesmo período, as horas trabalhadas na produção cresceram 0,6%. Foi o quinto mês seguido de expansão do indicador, informa a pesquisa Indicadores Industriais divulgada nesta quinta-feira, 4 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A utilização da capacidade instalada ficou estável, em 81,4%. Os dados confirmam a recuperação da atividade industrial.

Conforme a pesquisa mensal, o faturamento dessazonalizado da indústria caiu 3,6% em janeiro na comparação com o mês anterior. “A queda no faturamento de janeiro ocorreu após um acréscimo de 5,2% no mês anterior, na mesma base de comparação. Em outros termos, o resultado de janeiro pode ser caracterizado como uma acomodação da trajetória de crescimento do indicador”, afirma o estudo.

Entre os 19 setores pesquisados, 13 registraram expansão do faturamento. Na indústria de madeira, por exemplo, o faturamento aumentou 4,1% em janeiro, depois da queda de 14,8% em dezembro.

A recuperação do emprego elevou os salários, que cresceram 2% entre os meses de janeiro de 2009 e de 2010. Os salários subiram em 12 setores, entre eles os de couros e calçados, edição e impressão e minerais não-metálicos.

Fonte: CNI

01.03.2010

Armando Monteiro em Petrolina

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